sexta-feira, 23 de maio de 2014

ANTÔNIO JORGE DINO SE ESTIVESSE VIVO ESTARIA COMEMORANDO 101 ANOS.

Se estivesse vivo o médico Antônio Jorge Dino, faria hoje 101 anos de vida e com relevantes serviços prestados a sociedade brasileira. Em 2013 foi comemorado o centenário de Dino com várias homenagens incluindo em Cururupu sua terra natal.  Conheça um pouco do histórico de Antônio Jorge Dino.

Foto: Fundação Antônio Jorge Dino
http://fajd.org.br/imoab/quem-somos/antonio-jorge-dino.aspx
MÉDICO DEDICADO.
Antônio Jorge Dino nasceu no dia 23 de maio de 1913, em Cururupu, Maranhão, filho de Jorge Antonio Dino (imigrante libanês) e de Vicência Faria Dino (filha de flagelados da seca de 1877, no Ceará).  Formou-se em medicina em 1940, quando conquistou o primeiro prêmio de cirurgia da Sociedade de Medicina e Cirurgia, tendo concorrido com o trabalho intitulado "Colpoperineoplastias".

Foi interno da Policlínica de Botafogo e do Hospital da Sociedade Espanhola de Beneficência; interno, por concurso, do Pronto Socorro do Rio de Janeiro; diretor e chefe de cirurgia do Hospital de Clínicas Alan Kardec; médico e chefe de obstetrícia do Hospital da Sociedade Espanhola de Beneficência.  Integrou a Missão Médica do Brasil à Argentina e Uruguai em 1941.  Foi assistente do Professor Mota Maia, catedrático de Clínica Cirúrgica da Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil e assistente do Professor Augusto Paulino Filho, na cadeira de técnica-operatória da Faculdade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.

Foi médico do SAMDU, na Guanabara, membro da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro e de São Luís do Maranhão, professor do Curso de Preparação de Candidatos ao Concurso de Internos do Pronto Socorro do Rio de Janeiro.  Foi regente da cátedra de Clínica Cirúrgica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Maranhão.  Presidente da União dos Discípulos de Jesus do Rio de Janeiro.  Médico do INPS e da SUDEP.  Diretor Perpétuo do Hospital de Clínicas Alan Kardec do Rio de Janeiro.

Foi autor de vários trabalhos originais apresentados às Academias de Ciências Médicas do país e do estrangeiro.  Foi Oficial da Reserva da Arma de Infantaria.  Fez o curso de Medicina Militar e estágio médico no Grupo Escola de Artilharia Motorizada, em Deodoro, Guanabara; foi oficial médico da Reserva do Exército.  Foi colaborador da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG), turma de 1969.

Foi fundador e presidente da Associação Maranhense do Rio de Janeiro.  Fundador das Sociedades Folclóricas do Rio de Janeiro, de Cururupu e de Brasília, esta última hoje vinculada à Universidade Federal de Brasília.  Foi presidente da Liga Maranhense de Combate ao Câncer e diretor do Hospital Aldenora Bello, cargos que ocupou até morrer.

Casou-se em 16 de março de 1953, em São Luís, com Enide Moreira Lima. Foram Morar na Rua Santo Amaro, 137, Catete – Rio de Janeiro.  Desta união nasceram Silvia, Célia, Jorge, Regina, Antônio e Rosila.  Antes do casamento teve dois filhos: Oswaldino e Roberto.

Foi eleito deputado federal por dois mandatos consecutivos (1954 e 1958), tendo sido, na Câmara Baixa do País, membro das Comissões de Educação e Cultura e de Orçamento; relator do Orçamento do Ministério de Agricultura e integrante da comitiva parlamentar que visitou o Oriente e a Europa, em missão oficial, no ano de 1957.

Em 1962 Antônio Jorge Dino foi eleito deputado estadual. Em 1965 foi indicado para vice-governador na chapa do candidato José Sarney, tendo sido eleito em outubro de 1965 e tomado posse em 31 de janeiro de 1966.  No dia 14 de maio de 1970 assumiu definitivamente o Governo do Estado do Maranhão, com a saída do Governador Sarney para candidatar-se a uma cadeira no Senado.


Morreu de parada cardíaca no dia 18 de julho de 1976, em sua residência na Camboa, em São Luís, Maranhão.

2 comentários:

  1. Agradeço, ao amigo Claudio Mendes pelo destaque que deu ao meu pai no Cururupu Em Destaque.
    Muito me honrou esta homenagem.
    Um Grande Abraço. Jorge A. Dino.

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  2. Agradeço, ao amigo Claudio Mendes pelo destaque que deu ao meu pai no Cururupu Em Destaque.
    Muito me honrou esta homenagem.
    Um Grande Abraço. Jorge A. Dino.

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